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23 junho 2004 

não há écran que nos mate a humanidade

Hoje, ao saber que o sul-coreano tornado refém por um grupo fundamentalista iraquiano fora executado, fui incapaz de não ouvir ecoar o seu desespero de véspera. Dizia: "I don't want to die". Frente a este computador, tudo me pareceu por momentos tão irreal. E fiquei a saber que não há écran nenhum que nos mate a humanidade.

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