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22 junho 2004 

plenitudes descarnadas


Num mundo perfeito, tudo seria óbvio e transparente. Cada olhar humano captaria o próprio interior das coisas. Nenhum nome seria adjectivável, porque não haveria nuances para sopesar. Apenas substâncias. Assim sendo, do Paraíso nunca se deveria dizer que é o bom e o belo por excelência, mas apenas o lugar onde o tempo carrega o mundo.

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