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26 julho 2004 

contagem decrescente - I


Há sempre uma ilha no horizonte. Cheia de humidade e vinho e rochas que se comem. Uma ilha gradeada de mar com alforrecas no lugar do arame farpado. Uma ilha mimada, em conluio com o meu pé esquerdo para que me apareça uma manchinha na ponta se eu não embarcar em Agosto. E eu embarco. Eu tenho de embarcar. Nem que seja num aviãozinho de papel vegetal.

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