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05 julho 2004 

a verdadeira história de um amor desencontrado - I


Levara o livro para aquele banco de jardim com um propósito definido: extrair-lhe uma víscera. Leu, analisou e descobriu o que pretendia:
O último fósforo
que extinguiu a última noite
beija de luz
o espaço que nos espera

Copiou os versos para um guardanapo e assinou sem remorso. Já dizia o carteiro daquele filme: a poesia é democrática, deve servir a quem dela precisa. Afinal, todos sonhamos ter uma Maria Grazia Cuccinotta feliz por receber as nossas palavras.

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