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29 junho 2005 

la mancha



Já falei desta mancha. Cedo percebi que não era nem um Cristo etíope, nem um esguicho seco de Coca-Cola. Vi nela o maestro Vitorino de Almeida. Vi mal. Como sempre, a mancha mente.

NOTA PARA OS INCAUTOS: A mancha existe. Coimbra, Avenida Elísio de Moura, estacionamento junto ao segundo contentor do lixo a contar de cima.

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